2004: O Sonho do Portugal Templário

Lisboa, Hugin, 2004.

DA CONTRACAPA:

A vastidão suscita e incentiva o sonho, e o grande sonho do «privilégio lusitano» é, sem sombra de dúvida, o sonho do V Império. Como não podia deixar de ser, o livro organiza-se em três partes com três capítulos cada uma, três vezes três, simultaneamente o 33 e o 9, a Idade da Nova Ordem de Cristo e o Número do Último Adão, igual à totalidade da humanidade enfim redimida. Franclim começa por opor à história «física» uma história «metafísica», talhada/escrita/representada em símbolos, mitos e ritos – os símbolos, mito e ritos próprios da portugalidade.

(…)

Franclim conduz-nos através do Mosteiro (dos Jerónimos) e analisa as pedras, a estatuária, os túmulos, os portais, os pilares, as arcarias, o claustro… numa releitura tão absorvente quão sagaz de A História Secreta de Portugal, de António Telmo, texto fundador de uma certa linha historiognósica e mito-hermética da portugalidade.

do Prefácio de António de Macedo.

ÍNDICE DO LIVRO:

Prefácio (por António de Macedo)

Um Longo Prólogo: OS CICLOS LUSÍADAS

Parte Primeira: OS ALICERCES

Capítulo I — A HISTÓRIA METAFÍSICA

Capítulo II — O REAL MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE BELÉM: ALGUNS PORMENORES

Capítulo III — OS TÚMULOS

Parte Segunda: O CLAUSTRO TEMPLÁRIO

Capítulo IV — OS SÍMBOLOS DO CLAUSTRO E A INICIAÇÃO

Capítulo V — TEMPLARISMO

Capítulo VI — OS CICLOS DA PEDRA

Parte Terceira: DESÍGNIOS DO PORVIR

Capítulo VII — A PORTUGALIDADE

Capítulo VIII — O ESPÍRITO DA RAZÃO OCULTA

Capítulo IX — OS INFERNOS E O SONHO DO QUINTO IMPÉRIO

Epílogo

Seguido do opúsculo: O SENTIDO OCULTO DO HINO PORTUGUÊS

UMA DAS FOTOGRAFIAS DO LIVRO:

Situado por cima da porta axial está o escudo português quebrado. Conta a “lenda” que se quebrou quando em Lisboa se soube do desastre militar de Alcácer Quibir e Belém tremeu. Conta também a “lenda” que ele há-de ser restaurado quando El-Rei D. Sebastião regressar numa manhã de nevoeiro. Certo é o facto de, apesar de todas as recuperações que o mosteiro tem sido alvo, o escudo nunca ter sido restaurado.