2009: A Mitologia Portuguesa

Parede, Ministério dos Livros, 2009.

Ensaio editado pela Ministério dos Livros, editora do grupo Saída de Emergência.

O livro pode ser adquirido em http://www.saidadeemergencia.com/.

O livro em Portugal é distribuído pela Bertrand.

DA CONTRACAPA:


ÍNDICE DO LIVRO:

PREFÁCIO

PARTE I: A 1.ª INICIAÇÃO DE PORTUGAL (1140—1385)

1 — A GÉNESE DE PORTUGAL E A ORDEM DO TEMPLO

1.1 — PORTUGAL: ACASO OU UM IDEAL?

1.2 — O MILAGRE DE OURIQUE

1.3 — PORTUGAL COMO A PRÓPRIA ORDEM DO TEMPLO

1.4 — S. BERNARDO: PAI DOS TEMPLÁRIOS E DE PORTUGAL

1.5 — OS HERDEIROS DOS TEMPLÁRIOS

2 — JOAQUIM DE FIORE E A IDADE DO ESPÍRITO SANTO

2.1 — UM FREI QUE MUDOU O SER PORTUGAL

2.2 — AS FESTAS DO IMPÉRIO DO ESPÍRITO SANTO

3 — O FIM DA 1.ª INICIAÇÃO

3.1 — A BATALHA DE ALJUBARROTA

3.2 — A TRANSFIGURAÇÃO DE VIRIATO

PARTE II: A 2.ª INICIAÇÃO DE PORTUGAL (1385—1640)

4 — O REAL MOSTEIRO DE SANTA MARIA DE BELÉM

4.1 — O MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

4.2 — OS TÚMULOS DO MOSTEIRO DOS JERÓNIMOS

4.3 — MENSAGEM DE INICIADOS

4.4 — REFLEXÕES SOBRE TEMPLARISMO

5 — SEBASTIANISMO E QUINTO IMPÉRIO

5.1 — D. SEBASTIÃO, O HISTÓRICO E O MÍTICO

5.2 — BANDARRA: O PROFETA DO SEBASTIANISMO

5.3 — P.E ANTÓNIO VIEIRA: O IDEÓLOGO DO QUINTO IMPÉRIO

5.4 — DO AUGE AO NEVOEIRO

PARTE III: A 3.ª INICIAÇÃO DE PORTUGAL (1640—1890)

6 — SEBASTIANISMO INVICTO

6.1 — O POVO COMO GUARDIÃO DO TELOS NACIONAL

6.2 — A TERCEIRA INVASÃO DO ESTRANGEIRO

7 — O GRANDE RESSURGIR DE PORTUGAL

7.1 — GUERRA JUNQUEIRO E O ULTIMATO INGLÊS

7.2 — SAMPAIO BRUNO

PARTE IV: A 4.ª INICIAÇÃO DE PORTUGAL (1890—2140?)

8 — FERNANDO PESSOA: O MAIOR DOS SEBASTIANISTAS

8.1 — ATÉ AO TERCEIRO AVISO

8.2 — O RECRUDESCIMENTO DO SEBASTIANISMO

8.3 — O HORÓSCOPO DE PORTUGAL

9 — PORTUGAL E O MUNDO MODERNO

9.1 — PORTUGAL METAFÍSICO

9.2 — O CAOS E A ESPERANÇA LUSÍADA

10 — A ÚLTIMA INICIAÇÃO DE PORTUGAL

10.1 — O PODER DO ESPÍRITO

10.2 — A ÚLTIMA DESCIDA AOS INFERNOS

10.3 — OS CICLOS DAS CONSTRUÇÕES

PARTE V: O SONHO DO QUINTO IMPÉRIO

11 — D. SEBASTIÃO E OS NOVOS TEMPLÁRIOS

CONCLUSÃO