O Sol naquele Dia

 Lisboa, Zéfiro, 2005.

Dia do lançamento: 4 de Novembro, na Livraria Lyon do Cacém.

 

DA CONTRACAPA:

«Eu ter-lhe-ia dado tudo; tê-la-ia feito a mulher mais feliz do Mundo. Contudo, ela escolheu outro caminho, e eu tive que iluminar novamente a minha vida.»

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«O meu pai sempre me disse que o silêncio do remorso acaba por nos matar na velhice.»

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«De se matar? Não sei. Ele dizia que ninguém tinha o direito de tirar a vida. Dizia também que quem a tirasse sofreria muito, pois a verdadeira vida começa quando o espírito se liberta do corpo.»

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«O carvalho é, por excelência, a árvore que mais sofre com os relâmpagos. Já os antigos nórdicos a veneravam, associando-a ao deus do martelo. Os gregos também a tinham em boa conta. Era o local onde Zeus muitas vezes descarregava a sua ira. Mas tu não levaste com um raio quando, naquele dia de Sol, como tu dizes, junto ao carvalho, traíste vergonhosamente Lídia.»

 

A edição do livro teve o apoio da Junta de Freguesia de Mira-Sintra,

terra onde o autor cresceu e viveu até aos 29 anos.

 

Para adquirir o livro: