2005 – O Alfarrabista que mandou falsificar “Os Lusíadas”

Lisboa, Prefácio, 2005.

Dia do lançamento: 4 de Novembro, na Livraria Lyon do Cacém.

DA CONTRACAPA:

Um homem, apaixonado por livros e perdido no mundo, decide comprar o que pensa tratar-se de uma primeira edição de Os Lusíadas, descobrindo que a primeira edição era, afinal, duas.

Este livro é o fidedigno relato de Ângelo, que compra com Os Lusíadas um destino trágico.

O amor é uma sombra que paira, no céu da sua existência, como uma nuvem negra e sem propósito. A tragédia do orgulho ferido conduzi-lo-á à introspecção. Recordará a vida e terá de descobrir que não pode viver sem amor, mesmo que o tempo tenha sido perdido a rememorar e à espera da liberdade…

Fundamentalmente, O Alfarrabista que mandou falsificar Os Lusíadas é um livro que permite ao leitor percepcionar alguns mistérios dos alfarrábios.

SOBRE O LIVRO: in Mil Folhas, suplemento do jornal Público, 15 de Outubro de 2005. p. 9.

Romance ou novela ou o que quiserem chamar-lhe de intrigas, mistérios, equívocos, sátiras e paródias, cabendo nele um alfarrabista ou mais, um encadernador anarquista, um padeiro sábio e o mais que saberá quem ler: “Cerca de vinte e cinco anos depois de tudo o que aconteceu, recordo o dia em que me dirigi ao alfarrabista da Rua Sebastião Francisco Rodrigues, no Bairro Alto, em Lisboa. Tinha a intenção de comprar uma primeira edição dos ‘Lusíadas’ para a minha biblioteca.” Ou história divertida e de algum proveito sobre até onde pode levar um mortal a bibliofilia, o amor dos alfarrábios. É o segundo livro de ficção de Sérgio Sousa-Rodrigues (Lisboa, 1978), que se  licenciou em Estudos Portugueses na Universidade Nova de Lisboa e publicou vários ensaios e livros de poesia de tema mais ou menos esotérico.

SOBRE O LIVRO: in Os meus Livros, Novembro de 2005. p. 77.

Retrato de família: Sérgio Sousa-Rodrigues nasceu em Lisboa, em 1978. Licenciado em Estudos Portugueses pela Universidade Nova de Lisboa, tem já diversas obras publicadas (Poesia, Ensaio e ficção), umas em nome próprio, outras assinadas como S. Franclim. Actualmente é professor e gerente de uma livraria.

Do que fala: A aquisição de uma primeira edição do mais ilustre título da literatura portuguesa, Os Lusíadas, é o ponto de partida para uma história que nos prende até à última página. O protagonista, um alfarrabista e um estranho encadernador anarquista, constituem o triângulo que gere a narrativa, sobre a paixão e a desilusão; a verdade e a mentira, metaforizadas no objecto “livro”.

A quem se destina: Aos apreciadores de livros, a todos os que apreciem uma deambulação sobre a Vida e os riscos que assumimos a cada momento – implicações da capacidade escolha que caracteriza o ser Humano.

Palavra chave: «Incerta a certeza de podermos alterar o que possa estar escrito com a caneta do inalterável, despertei ansioso sexta-feira.»

Prefácio, 112 páginas

SOBRE O LIVRO: in http://litportdiscentes.blogspot.com

OS DIAS DA LITERATURA PORTUGUESA

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Outro lançamento, este registado no suplemento “Mil Folhas” do Público de Sábado foi o livro de ficção de Sérgio Sousa-Rodrigues intitulado O Alfarrabista Que Mandou Falsificar Os Lusíadas, editado com a chancela da Prefácio. É referenciado como “um romance ou novela” repleta “de intrigas, mistérios, equívocos, sátiras e paródias” protagonizadas por um alfarrabista, que eleva o seu amor pelos livros ao extremo.

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Para adquirir o livro:

www.fnac.pt